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Divulgação das listas das crianças e alunos que requereram ou a quem foi renovada a matrícula
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Erasmus+ Estágios profissionais: Uma aventura pela Europa III

 

O projeto, Erasmus+ Estágios profissionais: Uma aventura pela Europa III, chegou ao fim. Podem consultar todas as informações sobre o projeto em:

https://mjseruca.wix.com/projeto-erasmus#!produtos/c1yk6

Agradeço a todos os que colaboraram e contribuíram para a concretização do mesmo.

partida para casa  estação regresso

Marisa Os objetivos e as atividades planeadas foram cumpridos, gostava de ter visitado mais sítios, mas infelizmente não foi possível. Os resultados excederam as expetativas.

Tenho a certeza que, para cada um de nós, nos enriqueceu em todos os sentidos. O projeto obrigou-nos a ter mais responsabilidade tanto por nós próprios como também pelas nossas coisas. Foi, sem dúvida, uma grande experiência. Acho que nenhum de nós vai esquecer estes 38 dias bem como as pessoas que nos acolheram tão bem.

Foi complicado falar com a comunidade polaca, poucos falavam outra língua. Não mudava nada no projeto, visto que correu tudo bem e estava tudo muito bem organizado.

A cultura polaca é, sem dúvida, bastante diferente da portuguesa, desde a gastronomia ao estilo de vida. Têm um horário diferente para jantar, iniciando-se a partir das 17h, depois de saírem do trabalho. Durante o período entre o pequeno-almoço e o jantar fazem pequenos lanches. O horário de trabalho do país também é diferente do nosso, entram mais cedo e também saem mais cedo.

 

Pedro Correia Esta experiência ajudou-me a identificar as minhas dificuldades e desse modo, a superá-las.

O projeto foi enriquecedor, serviu para me dar uma perspetiva sobre o mercado de trabalho num país estrangeiro, como também me ajudou a praticar/desenvolver o meu inglês.

O maior problema que enfrentei foi o facto de os habitantes locais não falarem uma segunda língua, como por exemplo o Inglês. As tarefas domésticas não foram fáceis, mas consegui desempenhá-las da melhor maneira possível.

Os Polacos, no geral, são um povo muito calado e um pouco desconfiado. Contudo, as pessoas com quem convivi no meu dia-a-dia eram simpáticas e prestáveis.

 

 

João Ferreira O projeto foi muito bem organizado e correu 100% como me foi dito e não encontrei nenhum problema. Não mudaria nada no projeto pelo facto de ser muito bem organizado.

Aprendi que tudo em termos de cultura e hábitos é praticamente diferente em comparação aos do meu país e foi um pouco complicado adaptar-me. Pude observar que são um povo muito ocupado, mas que não dispensam passar tempo junta da família ou com amigos. A cima de tudo são pessoas muito religiosas, amigáveis, bastante simpáticas, acolhedoras e encontram-se sempre dispostas a ajudar os outros.

 

Gabriela Os meus objetivos iniciais passavam por me testar a mim própria, saber o quão independente conseguiria ser sem um adulto por perto, como reagiria perante os possíveis imprevistos e como daria resposta aos problemas. No término do projeto, posso afirmar que consegui superar-me em todos os aspetos e fiquei realmente satisfeita com a iniciativa.

Com este projeto ganhei a oportunidade de melhorar o meu inglês, interagir com pessoas novas e conhecer uma cultura que me era totalmente desconhecida, para além da oportunidade de realizar o meu estágio profissional num país estrangeiro.

O problema com que me deparei no decorrer do projeto foi, o facto de adultos com uma idade mais avançada não conseguirem comunicar em inglês, o que dificultou a comunicação entre ambas as partes.

No mês em que tive o privilégio de estar na Polónia, aprendi imenso sobre a sua cultura e os seus diferentes hábitos. Fiquei com a impressão que, a nível geral, são pessoas desconfiadas e reservadas, especialmente no que diz respeito à sua interação com estrangeiros. Um dos costumes que mais me deixou perplexa foi o facto de os poloneses não almoçarem. No meu estágio tive a oportunidade de trabalhar numa uma escola primária, e pude interagir de perto com os alunos e professores da mesma. Fiquei surpreendida quando soube que os alunos do 1º ano mal começam e já têm aulas de Inglês. As escolas deles são ligeiramente diferentes das nossas. Os alunos frequentam do 1º-6º ano a mesma escola (equivalente ao 1º ciclo), o segundo ciclo corresponde ao período do 7º ao 9º ano, o secundário é idêntico. Quando me apresentei na escola, fui recebida calorosamente pelos alunos, estes estavam extremamente felizes por me receberem e curiosos em relação a mim. No espaço de um mês fiz inúmeras apresentações à maioria das turmas, após estas os alunos efetuavam diversas perguntas sobre o meu país. Quando os mais novos tinham dificuldades em comunicar comigo, as suas professoras ajudavam-nos na formulação das perguntas. No geral, todos à minha volta demonstravam interesse em conhecer e saber mais Portugal.

 

Débora Piedade

 

Esta experiência teve início porque quis ter uma nova oportunidade para adquirir novos conhecimentos, oportunidade de interagir com pessoas diferentes, de conhecer uma nova cultura, ir para um local onde não conhecia nada nem ninguém e por fim aprender uma nova língua.

A viagem teve início no dia 24 de junho para 25 de junho, pela 01:15h já estávamos na estação de autocarros prontos para começarmos esta aventura.

De Faro até Lisboa de autocarro, de Lisboa até Varsóvia de avião e até Czestochowa de comboio.

Cerca de 12 horas até chegarmos a Czestochowa, juntámo-nos ao outro grupo, conhecemos a Małgorzata Kluza que nos iria dar as aulas de Polaco e quem nos iria orientar na Polónia.

Na primeira semana tínhamos ainda o primeiro grupo de estagiários, que nos mostrou os sítios que conheciam, a casa onde ficaram e o nosso apartamento onde nos instalámos. Ensinaram-nos algumas palavras como obrigada, café, chá, olá, foram as primeiras que aprendemos. Fomos comer a vários restaurantes como a Cleopatra, Topollino, Corso, Geladaria, Pizzaria, Kebab. Explicaram-nos quais eram os supermercados mais económicos, ficámos a conhecer o melhor sítio para se beber cafés e chás, visitámos a catedral Madona Negra, e por fim, no último fim de semana visitámos o campo de concentração de Auschwitz.

Dia 30 de Julho fomos conhecer o nosso local de estágio, fomos recebidos com muita simpatia e animação pela diretora do Przedszkole Częstochowa. Dia 1 de Junho começámos o estágio, apresentaram-nos as crianças todas, informaram-nas que nós erámos estagiários Portugueses e que iríamos ficar lá durante um mês, mostraram-nos novamente as instalações e puseram nos à vontade.

Ao longo destes 38 dias na Polónia posso dizer que tive inúmeras aprendizagens.

Para mim lidar com um sítio desconhecido, que nunca tinha visitado foi das experiências mais gratificantes até hoje obtidas.

Era uma realidade totalmente nova, diferente do que estamos habituados, as pessoas, a sua cultura, os seus hábitos, a sua língua, a comida tão diferente, o facto de comerem pouco peixe, o que tanto me surpreendeu.

A realização desta viagem foi sem dúvida essencial para a minha formação, tanto a nível profissional como pessoal.

Fazer parte de uma equipa como a que eu tive com os meus colegas foi uma experiência fundamental porque, principalmente no meu curso técnico de apoio psicossocial, tem de existir diálogo, cooperação, avaliação de problemas e saber gerir os pequenos conflitos que possam surgir para que o ambiente da casa e de cada um seja positivo.

Pude testar as minhas capacidades, tanto no meu local de estágio como com os meus colegas, não foi fácil, mas nada na vida é fácil e as coisas sem obstáculos não têm graça.

Na minha opinião ter feito um estágio fora do país foi uma experiência que irei recordar para a minha vida e foi uma experiência que irei pôr em prática todos os dias

Hugo Ricardo Com este projeto aprendi a cuidar mais de mim e também pude ter a experiência de trabalhar, o que foi bastante gratificante.

O único desafio que encontrei foi mesmo a comunicação, acho que foi um pouco difícil uma vez que não falavam inglês e não se esforçavam por comunicar connosco.

Neste projeto não mudava nada, acho que as condições foram perfeitas.

Achei curioso o facto deste povo só ter por hábito fazer uma refeição por dia e de serem muito ligadas à religião católica.

Enquanto estive na Polónia fui a várias cidades como Katowice, Krakow, Warszawa, Olsztyn e também visitei o campo de concentração de Auschwitz.

Gostei muito da experiência de participar num Projeto Erasmus+, de poder realizar o meu estágio profissional na Polónia, de conhecer uma cidade muito bonita, Częstochowa, senti-me muito seguro e pretendo voltar a visitar este país no futuro e a esta cidade.

João Barros Este projeto foi muito benéfico. Adquiri experiência de trabalho, pois fiquei a saber como é trabalhar noutro país, ganhei independência, conheci novas cidades e tive a oportunidade de comunicar em inglês, melhorando-o.

A maior dificuldade que senti foi comunicar com as pessoas de nacionalidade polaca, visto que as mesmas não sabem falar uma segunda língua.

A cultura polaca é muito diferente, por exemplo o hábito de não almoçarem, apenas tomam o pequeno-almoço e jantam. Entre estas refeições fazem pequenos lanches. Também reparei que os trabalhadores polacos têm uma carga horária menor comparativamente à nossa. Iniciam o trabalho o mais tardar às 8.00h e terminam-no o mais tardar às 17.00h

 

 

 

Hugo Tavares

O projeto ajudou-me a desenvolver capacidades de comunicação, de aprendizagem de uma nova língua, ser um pouco mais independente e também na entrada no mundo do trabalho, o que me ajudou a ter uma perspetiva mais realista da vida.

Senti algumas dificuldades que têm a ver com o facto de os residentes não saberem falar nenhuma língua para além da sua, o que se tornou um pouco complicado.

Em termos culturais fiquei bastante surpreendido, pois os Polacos não têm por hábito almoçar, por esse motivo costumam jantar mais cedo. Tive o privilégio de poder conhecer alguns pratos tradicionais, como por exemplo os pieroguis (massa recheada principalmente com carne ou cogumelos, semelhante aos raviolis) e a zapiekanka (uma baguete cortada ao meio com vários ingredientes por cima).

Senti que a Polónia é um país onde existe alguma resistência ao que vem de fora e com a interação com os estrangeiros.