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O NOSSO AZUL – exposição

“O nosso Azul” foi inaugurada a 3 de novembro e programada para ser visitada durante dois meses, no entanto, a exposição tem visitas agendadas até maio. Foi visitada por diversos públicos: adultos, alunos do ensino secundário (cerca de 750) e principalmente crianças do ensino básico (1º e 2º ciclos em cerca de 400 alunos do agrupamento e de outras escolas de Faro).
A exposição “o nosso Azul” é um laboratório de experiências para aqueles que a visitam e para os autores.
Os alunos autores da exposição: O grupo é constituído por 20 alunos do Curso Profissional de Comunicação com idades compreendidas entre os 16 e 20 anos. O ponto de partida da Exposição foi a instalação “Pontos lúcidos”, um trabalho desenvolvido pela aluna Marisa Damas como projeto de final de curso.
Durante os meses de setembro e outubro, os alunos desenharam e conceberam num espaço físico da exposição a sua ideia de Azul. Experimentaram-se diferentes técnicas, experiências, trajetos. Umas foram avançando, outras ficaram pelo caminho.
Depois da inauguração, surge a necessidade de traçar um percurso, um caminho criativo que oriente os visitantes dentro da exposição. Para tal, os alunos tiveram a possibilidade de frequentar dois ateliers sobre visitas encenadas (um orientado por dois atores da ACTA e outro pelo grupo Faro Desvendado). A partir daqui, os alunos ‘traduziram’ os objetos e começaram a dar-lhes vida, com histórias, aventuras… Essas “vidas” vão sendo construídas com a ajuda do público que é solicitado a intervir.
Os visitantes
Cada visita é única. Cada grupo de 10 crianças é orientado por alunos-guias: primeiro é feita uma apresentação da exposição e do projeto “Os caminhos do Azul”; em segundo, o grupo visita a exposição seguindo um percurso contado pelos guias. Aqui os objetos contam histórias, do baú saem histórias que nos fazem “Voar”; no pátio da casa algarvia relembram-se práticas relacionadas com a agricultura de outros tempos; o manequim chama-se “Lúcidos” e conta como aqui veio parar (à exposição), etc; no final, no tapete, a Fada AZUL lê uma história aos mais pequenos– “A menina do Mar” de Sophia de Mello Andresen.
Aos mais velhos desafiam-nos a escrever sobre a exposição no painel de papel.
E depois, cada um explora livremente o espaço. Já fora da sala de exposição o grupo é convidado a participar num jogo: construir um jardim de estátuas humano; cantar um RAP com o poema de Fernando Pessoa; jogos de mímica a partir de palavras do poema; a pintar um azulejo, etc.

A Exposição é um trabalho multidisciplinar e transversal, envolvendo disciplinas de marketing, Português, Comunicação publicitária e criatividade, francês, inglês, área de integração. Uma atividade construída em colaboração com a biblioteca Escolar e a professora bibliotecária Inês Rosa.

“Os caminhos do azul na Europa” é um projeto europeu financiado pelo programa Erasmus+ e tem como objetivo motivar o público (alunos e professores) para o desenvolvimento de conhecimentos e competências chave (contar, ler, escrever), de competências profissionais e pessoais com base na criatividade e na expressão artística a partir e através da cor AZUL e visa também a partilha de saberes e de cooperação intercultural (entre países da Europa). O AZUL pretende ser uma cor unificadora entre os países da Europa, e construir uma ROTA do AZUL (caminho do AZUL) que atravessa a Europa.
Países do projeto: França (bleu), Itália (blu), Espanha (azul), Roménia (blue) e Portugal.
Este é um pequeno filme sobre a exposição “O nosso Azul” realizado por Érica Palma.

L’ EXPOSITION « NOTRE BLEU » Deux points de vue
« Notre bleu » a été inaugurée le 3 novembre 2016 et était ouverte jusqu’à la fin juin 2017. Il a été visitée par de différents publics: adultes, élèves du secondaire (environ 750) et en particulier par les enfants de l’école primaire et du Collège (environ 400 étudiants y compris ceux de notre du groupe d’écoles et d’autres écoles de Faro).
L’exposition « Notre Bleu » était un laboratoire d’expériences pour ceux qui l’ont visitée et pour les auteurs.
Les auteurs de l’exposition
Le groupe composé de 20 étudiants du Cours Professionnel des Communication dont l’âge varie entre 16 et 20 ans. Le point de départ de l’exposition a été l’installation des « Points lucides », un travail réalisé par étudiante Marisa Damas comme son projet final du cours.
Pendant les mois de septembre et octobre, les étudiants ont dessiné et conçu dans un espace physique de l’exposition leur idée de Bleu. Nous avons essayé de différentes techniques, expériences, chemins. Quelques unes ont progressé, d’autres ont été abandonnées.
Après l’inauguration, le besoin de tracer une route , un chemin créatif qui puisse guider les visiteurs à l’intérieur de l’exposition surgit. Ainsi, les étudiants ont eu la possibilité de suivre deux ateliers concernant des visites guidées ( L’un dont les formateurs ont été deux acteurs de la compagnie de théâtre de l’Algarve – ACTA et l’autre par le groupe Faro dévoilé). À partir de ce moment-là les étudiants « ont traduit » les objets et ont commencé à leur donner vie, en racontant des histoires, des aventures… Ces « vies » se construisent avec l’aide du public qui est invité à intervenir.
Les visiteurs
Chaque visite est unique. Chaque groupe de 10 enfants a été guidé par des étudiants -guides: 1er – une présentation de l’exposition et du projet « Les chemins du bleu»; 2e – Le groupe visite l’exposition en suivant un itinéraire indiqué par les guides. Ici, les objets racontent des histoires, du coffre au trésor sortent des histoires qui nous obligent à nous envoler ; dans la cour de la maison de l’Algarve on rappelle les pratiques liées à l’agriculture d‘autrefois ; le mannequin s’appelle « Lúcidos » et raconte comment est-il arrivé à cette exposition, etc et 3e – À la fin, sur le tapis, la Fée Bleue lit une histoire aux plus petits « La petite fille de la mer » de Sophia de Mello Andresen.
Aux plus âgés elles les incitent à écrire sur le sujet l’exposition sur le tableau en papier.
Et puis, chacun explore librement l’espace. En dehors de la salle d’exposition le groupe est invité à participer à un jeu : construire un jardin de statues humaines; chanter un RAP avec le poème de Fernando Pessoa; réaliser des jeux de mime à partir des paroles du poème; peindre un azulejo, etc.

Imagem e Texto de Paula Pereira.