“Ouro sobre Azul”
29 January, 2016
AEJD no 2º Encontro Ténis de Mesa
2 February, 2016

PROGRAMA EUROESCOLA 2016

alunos 11ºA e B

-alunos do 11º A e 11ºB com os professores Anabella Vaz e Tiago Dória Pereira

– Porque razão a questão dos refugiados é de tão difícil resolução?

– Será que o Acordo de Shegen vai deixar de existir?

– O que tem feito a U E Para reduzir o desemprego jovem?

– O que tem feito a U E na tentativa de redução da sua dependência energética?

Estas e outras questões foram colocadas pelos jovens que participaram na sessão Euroescola do passado dia 28 de Janeiro, quando interpelavam responsáveis do Parlamento Europeu, numa sessão plenária de debate. Estiveram presentes por Portugal e pela Região do Algarve, 24 alunos da Escola Secundária do Agrupamento de Escolas João de Deus – Faro.

Estas Programa que o Parlamento Europeu desenvolve há 25 anos, têm por missão dar a conhecer o funcionamento deste organismo, o mais representativo, politicamente, dos 28 países da U E e que hoje conta já com 751 deputados eleitos por sufrágio direto. Estes deputados reúnem –se em Estrasburgo, uma vez por mês, e exprimem-se nas 24 línguas oficiais da U E o que demonstra o respeito pela diversidade da Europa.

Através da vivência da prática legislativa, estes jovens do 11º ano, apresentaram em pequenos grupos de trabalho, interpaíses (22), as suas propostas, argumentando e chegando a consensos com os seus pares sobre as melhores soluções para o futuro da Europa. Votaram, no hemiciclo do Parlamento Europeu a aceitação ou rejeição de propostas sobre os seguintes temas:

Emprego Jovem; Direitos Humanos e Segurança; Migrações e Integração Europeia; Desenvolvimento Sustentável; e o Futuro da Europa.

Das diferentes propostas salientam-se:

– Tornar mais homogéneos os sistemas educativos dos diferentes países, como forma de uma maior mobilidade de profissionais no futuro e assim, redução do desemprego;

– Maior integração europeia através de melhores políticas de acesso à saúde, idênticas para todos os países;

– Aproximar as políticas que ainda são autónomas nos diversos países.

Assim, regressaram ao Algarve com um outro olhar, um outro sentir e um outro saber construído em conjunto sobre a Europa e do que podem fazer por Ela e Ela por nós.